segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Escolas de Belém passam por avaliação de acessibilidade

Escolas do município de Belém que possuem salas de recursos multifuncionais, onde são atendidos alunos com algum tipo de deficiência, seja física, intelectual, auditiva ou de visão, começaram a ser avaliadas por assessores técnicos do Centro de Referência em Inclusão Educacional (Crie), vinculado a Secretaria Municipal de Educação (Semec).

O objetivo é preparar um diagnóstico que irá subsidiar o projeto pedagógico aplicado pelo Crie, a partir do próximo ano, e então iniciar a fase de revitalização, reativação e ampliação dos espaços. Estão sendo analisados a acessibilidade arquitetônica, os equipamentos utilizados durante as aulas, o mobiliário, além do trabalho pedagógico desenvolvido.

A expectativa é que a partir da análise realizada seja possível aumentar o número de salas de recursos de 33 para 40 e, posteriormente, atender a todas as escolas municipais.

Nos últimos dois dias, 17 e 18, foram visitadas as escolas municipais Francisco Nunes, Miguel Pernambuco Filho, Rotary, Edson Luís, Estelina Valmont, Solerno Moreira e Ciro Nascimento. Até o final desta semana 11 escolas estarão avaliadas pelo Crie.

A prioridade das visitas é chegar às escolas que receberam recursos do Governo Federal, para se adaptarem as necessidades dos alunos especiais, através do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) – Escola Acessível.

Para a coordenadora do Crie, Denise Costa, a avaliação faz parte do conjunto de ações que visam qualificar ainda mais o ensino daqueles que merecem uma atenção especial. “Nós temos que identificar como estão as salas e o ensino aplicado. Avaliar as condições instrumentais para que possamos aperfeiçoar as práticas do ensino educacional especial, e buscar a acessibilidade com melhores estruturas por meio da tecnologia assistiva e de acordo com a demanda de cada escola”, explica Denise.


Texto: Aline Saavedra
Fotos: Ascom Semec
Edição: Vanda Duarte

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